quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Poema da Saudade




Saudades (Malthus Luppus)

Lembranças tenho muitas
Livros, discos, fotografias
Cartas, lenços e recordações
Suspiro com cada presença neles encontrada.
Com cada palavra pensada e não dita.

Saudade é coisa maluca mesmo
É um não saber
Um não saber cheio de dias compridos
De tarefas para ocupar os pensamentos
É ouvir aquela música que declaramos estar com os olhos irritados
É não saber vencer o silêncio que nada vem preencher

Poesia é coisa que cala ao coração
Sem regras e cheia de licenças, as poéticas
Faz e não faz sentido
E quando sentido faz
Dizemos que não nos traz nada para disfarçar

Vivemos sempre a crescer
Algumas vezes estancamos
Acomodamos
Mas no melhor de nossos dias
Corremos atras e seguimos desejos
E em nossos sonhos procuramos
A conversa desejada, o cheiro perdido e o coração feliz...

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Carinhoso

Meu coração não sei por que 
Bate feliz quando te vê...
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo...
Mas mesmo assim...foges de mim...

Meu coração não sei porque 

Bate feliz quando te vê.........
E os meus olhos ficam sorrindo
E pelas ruas vão te seguindo...
Mas mesmo assim...foges de mim...

Ah se tu soubesses como eu sou 

Tão carinhoso e muito...muito 
Que te quero...E como é sincero
Meu amor...Eu sei que tu não 
Fugirias...Mais de mim...
Vem...Vem...Vem...Vem.. 
Vem sentir o calor dos lábios 
Meus a procura dos teus...
Vem matar essa paixão...
Que me devora o coração...
Só assim então serei feliz...
Bem...Feliz...

Ah se tu soubesses como eu sou 

Tão carinhoso e muito...muito 
Que te quero...E como é sincero
Meu amor...Eu sei que tu não 
Fugirias...Mais de mim...
Vem...Vem...Vem...Vem...
Vem sentir o calor dos lábios 
Meus a procura dos teus...
Vem matar essa paixão...
Que me devora o coração...
Só assim então serei feliz...
Bem...Feliz...
Meu coração...

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Fascinação



Quando alguém te fascina
A mente não descaça até sanar esse mistério
O coração acelera
E como que sem a minha espera
Avisa a mente, o ofato e o paladar
É nesse momento que tudo que você é um beijo
Uma olhadela qualquer
E se alguém pergunta o por que
É fascinação são coisas misteriosas que só sabe o coração...
(Malthus Luppus)

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Sexo na antiguidade





Estes são spintrias. Eles eram usados na antiga Roma para solicitar e pagar por diferentes "serviços" em bordéis e prostitutas de/na rua. Roma era uma cidade cosmopolita e muitos visitantes não falavam o idioma, então as moedas facilitavam as transações. Um lado mostra o que o comprador estava adquirindo e o outro a quantidade de dinheiro que estava pagando pelo ato.
No mundo atual e politicamente correto a prostituição e o sexo pago é ferozmente combatido mas não se pode ignorar que culturas sexualmente progressistas nos deram a literatura, a filosofia e a civilização, enquanto culturas sexualmente restritivas nos deram a Idade das Trevas, o adultério e a culpa.
(Retirado do blog - Luxuria Pura - Link ao lado)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Rubem Fonseca...

(Ava Gardner)
Fiquei pensando por que havia comido a condessa, sempre preferi as mulheres com trinta anos, a condessa tinha sessenta. Não foi porque ela era condessa, eu não dava bola pra isso ... então por quê? Acho que foi porque ela quis muito dar pra mim, nós estávamos sozinhos e naquele momento baixou o espírito do Zorba, temos que comer todas as mulheres que querem dar para a gente, pelo menos uma vez, é uma espécie de dever moral. E a condessa era velha mas ainda dava um bom caldo.


Rubem Fonseca
no livro Mandrake - A bíblia e a bengala